Nonno Giovanni

Sua história como Personal Chef começou desde criança, quando seu avô materno conseguiu enxergar no pequeno bambino o dom e grande prazer pela culinária. Seu avô que virou chef de cozinha ainda com 17anos servindo seus companheiros no batalhão durante a 1º Guerra Mundial, foi uma figura importante e muito influente na vida do chef Ivano Bragonzi. Seu nono era uma verdadeira autoridade da região, além de servir na guerra, tinha forte atuação na comunidade local, e sua fama como cozinheiro se estabeleceu quando começou a oferecer através de sua pequena mercearia, pães, lasanhas, e receitas italianas tradicionais. Sua cozinha industrial consolidou-se como o serviço de catering mais cobiçado da região para casamentos e eventos locais, todos que casavam queriam o ravióli do Gio vanni. E foi nesse ambiente de cozinha que o Personal Chef cresceu, desde os 6 anos de idade Ivano acompanhava o avô na cozinha e seu prazer não era o clássico futebol, mas sim estar coberto de farinha com a mão na massa, tanto que o avô construiu um banquinho especial para o pequeno Ivano alcançar a altura da mesa e assim poder fechar os famosos raviólis com um garfinho. Os pedidos não paravam de chegar e o conhecimento do futuro chef não parava de crescer. Mesmo contra a vontade de sua mãe o pequeno italiano já mostrava sinais de onde seus dons profissionais o levariam. Seu avô por sua vez muito orgulhoso depositava grande confiança no pequeno bambino que já aos 14anos de idade comandava a cozinha, desde a compra dos ingredientes até a composição da mesa, era responsável por servir pelo menos um prato durante a almoço de Natal da família. O grande desafio de todos os chefes já estava na frente dele: satisfazer o paladar bastante apurado de um público extremamente exigente.

As QUATROS REGRAS DE UM GRANDE CHEF SEGUNDO NONNO GIOVANNI:

  • O INSUMO PERFEITO: A experiência de compra no mercado fará toda diferença no resultado do prato.
  • O RESPEITO AO INSUMO: Saber manusear o insumo é indispensável para manter a essência de seu sabor.
  • A VALORIZAÇÃO DO INSUMO: Os ingredientes coadjuvantes nunca devem sobressair aos insumos principais, mas ajudar a destacá-los.
  • A APRESENTAÇÃO DO PRATO: Valorizar o insumo também significar deixá-lo desejável aos olhos do degustador, sem descaracterizar a receita.